Partículas Elementares. Nêutrons, Elétrons, Bósons. As menores coisas do Universo.
Estrelas, Aglomerados, Galáxias. Gigantes do Universo. Estas, formadas daquelas, formando um todo, único e indivisível.
Observando os modelos de átomos, percebemos de imediato a similaridade com sistemas planetários, como o nosso Sistema Solar. O próprio Sol é uma estrela que orbita algo maior, uma galáxia. Esta, por sua vez, faz parte de um aglomerado que orbita determinado ponto no espaço.
Entendo que o limite de nosso conhecimento passa pela percepção, clara e inevitável, de que somos "uma pequena gota de água na imensidão do vasto oceano" que é o (nosso) universo. É provável, até bastante possível, que agora mesmo, em algum outro planeta, orbitando alguma(s) estrela(s) distante, talvez em outra galáxia, devem existir outros seres que são tão inteligentes como nós. E estão interessados no conhecimento.
Não é impossível; na verdade, devem existir muitos mundos parecidos com o nosso. Porém, muito distantes para que possam compartilhar seu conhecimento conosco.
Talvez eles sejam diferentes em seus corpos, com tentáculos, muitos olhos ou uma enorme tromba no lugar da boca; mas tem uma coisa em comum conosco: As leis da física. Lá, em seu mundo distante, existem elétrons orbitando um núcleo. Fótons. Ondas Eletromagnéticas, certamente.
Esta busca pelo conhecimento exige, portanto, um pouco de humildade; estamos na Terra a bem pouco tempo, comparado com a idade de nosso planeta; faz pouco tempo que acreditávamos ser a Terra o centro do universo. E estamos ainda na infância da exploração do universo - microcosmo e macrocosmo.
Sem possibilidades de interagir com mundos distantes, a procura pelo conhecimento humano passa, necessariamente, pela física teórica - Que Sheldon Cooper me desculpe!. Da teoria, nascem experimentos, que comprovam (ou não) as premissas, contribuindo para nossa busca incessante da verdade.